Ecilpse (My book)

As asked by Josemota I post the first chapter in here because its too big to put them as a coment.
Its in portuguese...
Concilio no Styx
Á alguns anos atras, quinze para ser certo, algo se passava numa cidade. Mas esta não era uma cidade qualquer, esta cidade estava situada precisamente no centro do rio Styx, o rio negro, o rio dos mortos, repleto de energias negativas, propriedade dos Deuses negros tais como Hades e Anubis. Esta cidade era como um pregatorio, onde as almas seriam julgadas pelos seus crimes, onde se decideria se iria atravessar a grande porta para o Paraiso, ou se iriam atravessar a grande porta para o Inferno. Como os processos eram demorados , esta cidade começou a ficar sobrelutada, e como todas as cidades modernas, foi crescendo e crescendo, e onde antes existiam tres ou quatro templos para adoração a algumas divindades, agora encontravam-se enumeros templos, para deuses egipcios, gregos e romanos, nordicos, hindus, budistas , e enumeros outros.
Na cidade dos mortos, havia uma luz acinzentada, uma luz sinistra, que cobria toda a cidade, todas as ruas, e todos os templos aí existentes. Todos os seus infelizes habitantes, sabiam que algo de terrivel iria inromper daquele horrivel lugar. Todos o seus habitantes tremiam só de pensar no que os deuses negros estariam a planear, neste mundo tão desequilibrado, onde o Bem tenta dominar o Mal e o Mal tenta dominar o Bem.
No monte mais alto e mais sombrio, dava-se inicio a um terivel concilio. Mas este não era um concilio qualquer, esta era a reunião onde se iria decidir o futuro glorioso do Mal e a derrota esmagadora do Bem. Vieram deuses das mais profundas trevas e da mais escura escuridão; monstros sanguinários vindos de abismos e do mais distante cosmos, todos para se reunirem nesta reunião.
A reunião era presidida por Caos, um deus grego primordial. Um deus que fora a origem de tudo, juntamente com outros deuses. Ele era o tudo e o nada; o passado, o presente e o futuro caotico de cada um e a força mais primitiva dos mortais. Caos, estava repleto de uma escuridão intensa, permitindo apenas ver alguns traços do seu rosto, rosto este intensamente deformado e horrendo. E disse numa voz grave e terrivel :
-- Sejam bem-vindos a este lugar tao desolador e tão horripilante, perfeito, que a cada século que passa, corre o risco de desaparecer, graças á influência da Luz e do Bem. É por isso que esta reunião se deve. Temos de descobrir uma forma de aniquilar todo o Bem.
-- Irei mandar os meus preciosos Dragões para aniquilarem os deuses um por um! - disse Hel, deusa nórdica. Uma deusa linda que tinha da cintura para cima, o aspecto de uma mulher linda e jovem e da cintura para baixo a de um cadaver em petrefacção.
-- E eles irão destrui-los como todos os outros monstros. –disse Loki, de aspecto jovem, deus nórdico e senhor do fogo e senhor dos truques e da magia. – Temos que destrui-los de uma maneira que eles nunca estejam á espera. --disse num tom sereno enquanto uma pequena chama bailava entre os seus dedos.
-- E és tu que sabes como destrui-los – disse Seth, deus egipcio da violencia e da desordem, que tinha aspecto humano com cabeça de chacal. – Tu, que foste aprisionado numa caverna á espera do Ragnarok?
-- E és tu que sabes o que fazer? Tu que fostes castrado por Hórus, quase levando-te á morte? – disse Loki, numa expressão de pura ironia, nao se sentido minimamente insultado com o que lhe fora dito.
Gerou-se o silêncio, estando todos à espera de uma resposta de Seth, nunca respondida.
-- Temos que criar algo, algo tão terrivel e medonho, que os proprios deuses o temam. – disse Astaroth quebrando o silêncio, guardião das trevas, de armadura negra e de cara bela mas sanguinaria.
--Podiamos soltar todas as almas do submundo, causando o caos!-Disse Anubis, numa voz rouca e profunda.
--Ou fechar as portas impedindo que as almas entrem, criando um desiquilibrio no mundo dos vivos e dos mortos.- Completou Hades, o deus grego dos mortos, que usava uma armadura negra,rudemente decorada com cranios e outras ossadas.
Começara agora um grande alvoroço, uns gritando ideias e outros gritando ainda mais alto, barafustando o descontentamento e opinando a ideia, dizendo que era inutil ou outros que aplaudiam. Gerara-se o caos, num sitio onde o caos era a palvra de ordem.
Com um sibilar de umas palavras e um grande grito, a voz de Ares foi ouvida muito mais longe do que qualquer outro som ou grito vindos daquele reunião. Logo de seguida um silêncio sinistro que percorreu a sala e os deuses, e Ares disse:
--E se usasse-mos o mesmo metodo, que eles usam para nos castigar?! Um guerreiro vindo dos mortais, mas com poderes divinos! –Disse seranamente Ares, deus da Guerra – Um guerreiro como Hércules e Ulisses.
--Mas isso poderia ajudar o outro lado! Bastava que eles o convencençem. –Disse Anubís.
--Sim mas eles nunca iriam descubrir a sua existência, só no ultimo e fatal momento. – Disse Ares.
E dito isto uma enorme confusão se instalava, ouvindo-se um enorme grito de entusiasmo. Mas no meio de tanta escuridão e de gritos de guerra, um par de olhos brilhavam no escuro. Uns olhos pequenos que no instante desapareçeram a voar, deixando como única pista da sua presença no submundo uma pequena pena negra…
[End of chapter 1]
It may have a few errors but thats natural, im not a professional writer!
(Honestly this and the next chapter isn't my favourites, theres no action, but i have to tell this story and I have to start from here)

You can write without errors
You can write without errors even knowing you're not a prefessional wirter. And it would be amazing if you translate that. A nice exercise for insomniacs
Il est l'heure de s'enivrer!
Indeed. Try translating it.
Indeed. Try translating it. Than if you have doubts you can post them here.
Good basis
Thanks for sharing this with us, it looks interesting.
Writing is essentially about form, so I have to agree with rage here: not being a professional writer doesn't mean you can't write with correction in your mother tongue. I think you could/should pay more attention to that, because you have material that seems to have potential.